RPCOM AÇÃO

Assuntos ligados a comunicação corporativa e suas diversas funções

Primeiros estudos sobre comunicação na América Latina

Arquivar em: Estudos sobre comunicação, Lista de Links — Diferencial Comunicação Empresarial at 5:12 pm on Terça-feira, Novembro 21, 2006

Os estudos sobre comunicação é rescente na América Latina, foi Institucionalizada em 1973, pela CIESPAL, Centro de estudos em periodismo da américa Latina com sede em Quito Equador.

A partir dos anos 50 no Brasil, com o crescimento dos meios massivos, algumas técnicas começam a ser desenvolvidas, como: Compilação bibliográfica , ou seja, análise documental e pesquisas de opinião, que tem como base na teoria funcionalista.

Paulo Freire , brasileiro esilado , baseou seu estudo na questão da dialogicidade. Para ele, as camadas populares são excluídas da sociedade e são divididas em 3 classes.

1ª A comuniação é questão de cultura, e não só de ideologias.

2ª A cominicação é questão de sujeitos, atores e não só aparatos extruturais.

3ª A comunicação é questão de produção, e não só de reprodução.

O que Paulo Freire quer dizer, contudo, é que a comunicação esta voltada para o receptor, "sujeito" e o meio onde esta inserido, seu contexto cultural, nas questões históricas.

Cleide Machado

Arquivar em: Campo Profissional de Relações Públicas, Comunicação corporativa, Lista de Links, Sem Categoria — Diferencial Comunicação Empresarial at 6:06 pm on Terça-feira, Novembro 14, 2006

Bluetooth marketing já começou no Brasil

Arquivar em: Campo Profissional de Relações Públicas, Ferramentas de Comunicação Digital, Lista de Links — Diferencial Comunicação Empresarial at 5:25 pm on Segunda-feira, Novembro 6, 2006

Envio sem fio de conteúdos interativos é bom para eventos de público segmentado e aberto a contatos com as marcas. Veja o que fazer e o que não fazer.

 Quem foi ao Salão do Automóvel pôde conhecer uma nova forma de comunicação usada por publicitários brasileiros, o bluetooth marketing.

Este novo formato é baseado em dispositivos inteligentes que enviam conteúdo para celulares que possuem conectividade bluetooth. Os aparelhos identificam pessoas que estejam em seu raio de alcance e cujos telefones estejam com o bluetooth ativado.

Após a identificação inicia-se a interação, com o pedido de permissão para envio de uma mensagem (identificada pela marca). Com o aceite (opt-in), estes dispositivos enviam o conteúdo para o consumidor: vídeos, áudios, jogos, aplicativos, imagens, etc.

No Salão do Automóvel vimos duas ações em curso. Em um estande detectamos dispositivos fixos e móveis enviando imagens para quem por lá passasse ou para pessoas em locais estratégicos do Salão. Em outro estande, da mesma forma, dispositivos fixos enviavam vídeo, imagem e um jogo.

O uso do bluetooth é inovador e os aparelhos móveis que enviam tais conteúdos contribuem ainda mais para isto. Como assim? Estes aparelhos podem ser "vestidos" por promotores (funcionam com baterias), o que aumenta o alcance e a "portabilidade" das promoções e campanhas. Desta forma a mensagem do anunciante pode chegar a locais inusitados, como uma praia, um show de rock ou as piscinas de um clube.

Se levarmos em conta que em alguns casos o público presente nesses eventos é extremamente segmentado, estamos diante de uma nova mídia, poderosa e eficiente para ações que geram experiência dos usuários com a marca do anunciante.

Este tipo de ação atrai a atenção pela modernidade, mas também pela promessa de eficácia. Ao ser baseado no local, permite ações fortemente contextuais, valendo-se também da permissão do usuário (que autorizou a marca a iniciar uma conversação).


Dicas importantes

Não basta a tecnologia atraente. É necessário entender a campanha e o melhor formato para obter os retornos positivos esperados. Detectamos algumas informações importantes pela análise de dados e resultados das ações:

  • O usuário deseja sempre ganhar alguma coisa e a comunicação deve ser feita visando informar isso ao público-alvo da campanha. Sem esta comunicação, o resultado pode ser menos eficiente. Lembramos que todo esse conteúdo é gratuito, já que com o uso do bluetooth nada disso passa pelas operadoras.
  • As pessoas ainda não têm a cultura de uso do bluetooth, diferente do que já acontece em outros países. Ou seja, a comunicação deve incentivar as pessoas a ligarem o seu bluetooth.
  • É preciso gerar experiência. O simples fato de receber um conteúdo não gera experiência necessariamente. É preciso surpreender, inovar, criar. Quando o usuário interage positivamente com a marca acontecem bons resultados na sua relação com seus produtos.

Essas ações seriam os primeiros passos da adoção da tecnologia e podem revolucionar algumas ações de marketing. Além disso, contribuem fortemente para o uso intenso do celular como ferramenta de marketing, assunto ainda empacado no país devido à proteção talvez excessiva das operadoras em relação aos usuários.

Eduardo Lins (eduardo.henrique@movile.com.br) é diretor da Movile e apresenta treinamento junto ao I-Group

A estratégica comunicação interna

Arquivar em: Comunicação corporativa, Lista de Links, Sem Categoria — Diferencial Comunicação Empresarial at 10:13 pm on Quinta-feira, Outubro 26, 2006

A comunicação interna é tema das últimas aulas de Comunicação Empresarial,   o texto abaixo irá agregar ao aprendizado.

Boa leitura!

Cleide Machado

A estratégica comunicação interna

Por Mônica Alvarenga*

Para que serve a comunicação interna de uma empresa? Por que dispender recursos com profissionais que nada mais fazem do que atualizar e produzir jornais e murais voltados para o público interno, tarefa outrora delegada a uma das secretárias da organização?

Essas e outras perguntas continuam sem resposta para muitos executivos com poder de decisão em empresas de médio e grande porte. Para respondê-las, é preciso, antes de mais nada, pensar na própria realidade político-social em que se está inserido.

A empresa, independente de seu tamanho, é parte desse contexto, com poder de influência, mas também influenciada. Não há mais como fugir dessa verdade. Responsabilidade social e imagem corporativa são importantes para o consumidor do produto ou serviço oferecido, mas, antes disso, afetam decisivamente o empregado e toda a relação que ele desenvolverá com a empresa em que trabalha. Todos estão mais exigentes e demandam diálogo e informações transparentes.

Daí a importância da comunicação interna para a própria sobrevivência do negócio. Se credibilidade é fundamental para o mercado, ela deve ser parte da rotina da empresa, e isso abrange seu relacionamento com os empregados. Eles precisam acreditar na empresa antes que os próprios consumidores venham a escolhê-la. É essa crença – calcada em princípios verdadeiros – que faz com que todos produzam mais e melhor.

Despertar o interesse e estimular a colaboração do cliente interno é o maior desafio da comunicação corporativa que ganha espaço em um mercado cada vez mais especializado. Atingir esse objetivo, no entanto, requer mais do que bons profissionais. É preciso que as iniciativas de comunicação, sejam elas voltadas para dentro ou para fora da empresa, estejam em consonância; integradas por uma política de comunicação que faça parte, isso sim, da estratégia da empresa.

*Mônica Alvarenga é jornalista e diretora da MÚLTIPLA Comunicação

Blog coletivo com patrocínio

Arquivar em: Ferramentas de Comunicação Digital, Lista de Links — Diferencial Comunicação Empresarial at 2:17 pm on Quarta-feira, Outubro 18, 2006

Modelo de negógio: blog coletivo com patrocínio

 Blog-projeto foi criado para relatar o clima de um grande evento, com vários autores postando texto, vídeo e podcasts. A primeira tentativa foi na Copa do Mundo, com a ajuda de serviços como Skype, Flickr, Youtube e Podcast1.

Por Eduardo Lins

Em maio passado, pouco antes da Copa do Mundo, comentamos aqui sobre um projeto com a proposta de cobrir as emoções dos bastidores da Copa do ponto de vista de torcedores. E lançamos a pergunta: "É possível criar um realityshow na internet, a partir do conceito de blog?"

Questões como essa estavam no artigo Blog tenta emplacar mistura de copa e reality-show, que contava da expectativa de um grupo de torcedores de partida para a Alemanha com a proposta de manter um blog, o Realitycup, onde tentaria passar ao público brasileiro o que encontraria por lá.

Hoje, ao analisar os resultados do projeto vemos que boa parte dos objetivos foram alcançados.

Ferramentas gratuitas

O blog procurou criar mecânicas interativas para atrair e reter o público e para isso usou ferramentas de uso gratuito. As fotos eram publicadas no Flickr e os vídeos usavam a banda do YouTube. Os podcasts eram gravados e publicados no Podcast1.

O Skypcast conseguiu promover uma sala de bate-papo de verdade (as pessoas podiam literalmente conversar ouvindo os aventureiros online) – o novo recurso do Skype foi muito apreciado pelo projeto, pois permite níveis de interação até então muito raros pela internet. Além dessas mecânicas, os usuários poderiam deixar recados aos participantes e comentar os posts que eram publicados direto da Alemanha diariamente.

A estratégia de divulgação do site foi baseada em ações virais, como criar comunidades no orkut, enviar e-mails entre amigos e troca de banners com alguns parceiros. Apesar dos bons números gerados durante os 30 dias da Copa do Mundo, não foi investido nenhum centavo na divulgação do site. Ainda assim, os vídeos foram vistos mais de 5000 vezes no YouTube, algumas fotos foram clicadas mais de 3000 vezes.

Podem parecer números tímidos, mas pelo curto período de tempo possível para divulgar o site e pela altíssima concorrência por conteúdos na Copa do Mundo, vemos que o site realmente teve bons resultados.

Lições aprendidas

Mas o que afinal sustentou esses números? Qual o segredo do sucesso do projeto? Em primeiro lugar, só foi possível realmente a aproximação do projeto ao conceito de realityshow por conta do estímulo e eficiência na geração de conteúdo.

É fundamental que as pessoas envolvidas em projetos semelhantes mantenham o compromisso de coletar material interessante para ir ao ar. A motivação permanece e o RealityCup já pensa na versão olímpica do site, em Pequim 2008.

Métricas e edição

Em segundo lugar, foi fundamental para o projeto ter uma equipe no Brasil para medir diariamente os resultados, filtrar e publicar o conteúdo, com a seleção das melhores fotos e vídeos mais interessantes e a transmissão para os participantes do que mais estava agradando o público.

O acesso a alguns vídeos triplicou a partir do momento em que a equipe de planejamento e suporte, através de métricas, decidiu mudar o layout da página principal do site.

Faltou mais rapidez na publicação

Um problema que ficou claro no projeto foi a demora na geração e publicação do conteúdo. Por conta das dificuldades de se encontrar conexão wi-fi a um preço justo ou conseguir LAN houses abertas depois das 23h na Alemanha, os participantes precisavam aguardar o outro dia para enviar o material para o Brasil.

Se houvesse parceria de alguma operadora de celulares poderiam ser usadas as redes GPRS na Europa. O fuso horário também atrapalhou um pouco, pois quando os participantes mandavam o conteúdo para o Brasil, pela manhã, a equipe de apoio ainda dormia, com isso as novidades demoravam mais tempo para serem publicadas.

Os participantes do projeto não foram à Alemanha por passeio. A expectativa era conseguir patrocínios para o site, com seus vídeos e podcasts, de forma a minimizar os custos na primeira versão do RealityCup e transformar o site em um negócio.

Como o projeto ficou pronto apenas dois meses antes da Copa do Mundo não foi possível conquistar tantos parceiros quanto desejável. O projeto acabou sendo bancado por iniciativa dos empreendedores que em parte arcaram com despesas de viagem e de produção e manutenção do site durante a Copa.

Números e argumentos para iniciantes

A experiência adquirida permitiu planos melhor estruturados, métricas e melhores argumentos para os anunciantes na próxima viagem. Eles também buscarão parceiros que ajudem a arcar com custos como passagens, acomodação, comunicação (celulares e conexões wi-fi) e também hospedagem do site em um grande portal.

Esse pessoal deu um grande passo rumo a novas idéias e mecânicas e certamente há muito o que melhorar. Vamos aguardar as novidades em 2008 nas Olimpíadas ou quem sabe no ano que vem, na Copa América da Venezuela, em julho. [Webinsider].

Sobre o autor

Eduardo Lins (eduardo.henrique@movile.com.br) é CEO da Infosoftware Consulting e apresenta treinamento junto ao I-Group

Relações Públicas e campanha eleitoral

Arquivar em: Campo Profissional de Relações Públicas, Lista de Links — Diferencial Comunicação Empresarial at 9:34 pm on Quarta-feira, Setembro 27, 2006

O RP EM UMA CAMPANHA ELEITORAL

Por Isabela Latif
E pra terminar a conversa, "O Marketing eleitoral tornou-se componente indissociavel da poli­tica contemporânea. Sem ele a eleição moderna é simplesmente inconcebi­vel. Podemos constatar que os meios de comunicação, particularmente a RP possui um papel fundamental pela boa divulgação do programa dos candidatos a um cargo publico em qualquer lugar do mundo".
O RP é o responsavel pela imagem do candidato em uma eleição, ressaltando seus valores e transformando-os no diferencial de um candidato para outro.
"O voto é o Marketing na medida em que você leva a mensagem do candidato ao conhecimento de muitos".
Quando muitos conhecem "bem" aquele que está se candidatando, maior a probabilidade dele ser eleito.

O silêncio também fala – LUIZ ANTÔNIO GAULIA

Arquivar em: Comunicação corporativa — Diferencial Comunicação Empresarial at 7:13 pm on Quarta-feira, Setembro 27, 2006
Achei este texto bem interessante, vale a pena ler e comentar.CoolFabiana Marschalk

Acredite se quiser. O silêncio tem voz. O que é perfeitamente normal no universo humano. Ou você pensa que só a fala, comunica? O silêncio também comunica. Mesmo que a mudez seja uma ação estratégica, não adianta. Sempre vai haver uma interpretação. Uma percepção. E isso faz diferença em qualquer relacionamento. Não adianta fingir que ninguém viu, que passou despercebido. Não passou. Logo mais, alguém vai falar a sua versão sobre aquele silêncio. Interpretar e formar uma opinião a respeito.

A rádio corredor então, é imediata. No roda do café, no almoço, no happy-hour.

Todos os empregados vão comentar o que perceberam com o silêncio oficial, com o que ficou sem uma resposta.E a internet, com sua vastidão de e-mails, blogs, chats e demais canais vai multiplicar as versões, os comentários.

Por isso, é preciso falar. Saber o que falar e como falar, sem dúvida. Mas falar a respeito do fato – qualquer fato, notícia ou boato, depois de devidamente analisado, é necessário. Sempre.

O mundo clama por transparência. Os mercados idem. Os consumidores, sempre. Os eleitores, mais do que nunca. E o silêncio é uma voz ruidosa. Nunca foi bom conselheiro. Desde a briga de namorados. Até as suspeitas de escândalos contábeis, desastres ambientais, acidentes de trabalho.

Se não há o que falar de imediato, peça um tempo para apresentar a sua versão dos fatos. Pedir um pouco de prazo para esclarecer alguma situação, isso não é ruim. Pelo contrário. É inteligência. E o público respeita. Mas o silêncio, esse intangível, pode causar danos tangíveis no valor e na reputação de marcas, produtos, programas, profissionais. Um intangível capaz de causar greve, boicote, investigações, quebra de contrato.

Portanto, uma recomendação: use a voz da organização de maneira correta. Não precisa gritar para chamar a atenção, fazer propaganda sem conteúdo, com telhado de vidro ou defender uma causa que não tenha nada a ver com a estratégia do negócio. Nada disso. Mas também não precisa silenciar quando as coisas não vão bem. Pois com o silêncio, elas podem piorar.

O silêncio é um canto de sereia. Só parece uma boa solução, porque a voz do silêncio é um grito com enorme poder de eco. E se você não gosta do que está ouvindo, preste atenção no que está emitindo. Pois de qualquer maneira, sempre vai comunicar alguma coisa. Quer queira, quer não. De maneira planejada, sendo previdente. Ou apagando incêndios, com enormes custos para a organização, a imagem, a credibilidade e o futuro do negócio.

Enfim, o silêncio não é um negócio sustentável.

LUIZ ANTÔNIO GAULIA
Consultor de Comunicação do Grupo Votorantim
E-mail empresa: luiz.gaulia@vpar.com.br
E-mail particular: lgaulia@uninet.com.br

Empresa de publicidade contrata Relações Públicas para melhorar imagem Institucional

Arquivar em: Campo Profissional de Relações Públicas, Comunicação corporativa, Ferramentas de Comunicação Digital, Lista de Links — Diferencial Comunicação Empresarial at 9:49 pm on Segunda-feira, Setembro 25, 2006

E a publicidade americana contratou RP para melhorar sua imagem 10:58 A Advertising Week, esforço do mercado publicitario americano para promover a atividade publicitaria, começa hoje em Nova Iorque – site do evento aqui. Nao é a unica iniciativa para levantar a imagem do setor. Incomodada com "manchetes negativas sobre o negócio" nos ultimos anos, a American Association of Advertising Agencies contratou uma agência de RP, a GolinHarris. Quer influenciar reporteres e formadores de opiniao. O esforço nao se limita aos jornalistas especializados – pretende também conseguir uma boa imagem da publicidade em revistas de negocios e titulos de consumo amplo. Noticia do Advertising Age, em inglês, aqui. 25/09 BBI Comentários

todo mundo le http://www.bluebus.com.br http://www.bluebusnews.com

Estudantede Relações Públicas atuando na área

Arquivar em: Campo Profissional de Relações Públicas, Comunicação corporativa, Ferramentas de Comunicação Digital, Lista de Links — Diferencial Comunicação Empresarial at 3:21 pm on Quinta-feira, Setembro 21, 2006

 O curso de Relações Públicas, é um curso muito abrangente, o estudante poderá explorar várias áreas que envolvam o mundo da comunicação, é percebido na teoria durante o curso de RP, que muitas das ferramentas e funções, já são executadas no ambiente de trabalho, tão grande é campo. Trabalho na área Governamental , em um programa social, e estou ligada ao terceiro setor, venho aplicando a teoria na prática, e o resultado alcançado vem sendo reconhecido pelos colaboradores, facilitou nosso trabalho.

Para montar meu primeiro planejamento estratégico de comunicação interna, realizeiuma pesquisa interna e externa, quant e quali. Após avaliar os dados e informações obtidas, implementei  e modifiquei aos poucos, com treinamento, alteração no fluxograma das funções entre os setores. Essas atribuíções competem a função de coordenação de RRPP. Isso é armonizar as relações !

Como Publicitária e Estudante de Relações Públicas, endendo que o aluno deve explorar muito mais o conteúdo passado pelo mestre. Ir além!

Cleide Machado

Publicitária e Estudante de Relações Públicas 

Podcast vem sendo usado na área Governamental

Arquivar em: Comunicação corporativa, Ferramentas de Comunicação Digital — Diferencial Comunicação Empresarial at 10:30 pm on Quarta-feira, Setembro 20, 2006

  A comunicação corporativa vem tomando maior dimensão em todas as áreas.Exemplo disso, o portal do Cidadão, está se valendo de uma nova ferramenta de comunicação para integrar-se ao cidadão, "Podcast".Isso significa um modernização na gestão pública. 

Cleide Machado

Programa Jovem Cidadão-Meu Primeiro Trabalho

Governo do Estado.

http://www.poupatempo.sp.gov.br/biblioteca/index.htm